Adenite Mesentérica: Diagnóstico e Diferencial com Apendicite

SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2026

Enunciado

Homem, 28 anos, previamente hígido, procura o pronto-socorro com dor abdominal há 24 horas. Refere início na região periumbilical, migrando para fossa ilíaca direita nas últimas 8 horas, associada a febre de 38,1 ºC e inapetência. Nega diarreia, náuseas, vômitos, dor difusa ou sintomas urinários. Relata episódio de rinofaringite autolimitada há 5 dias, sem uso de antibióticos. Ao exame físico apresenta-se com temperatura axilar 38,0°C, Frequência Cardíaca = 90 bpm, Pressão Arterial = 110/70 mmHg. Abdome plano, doloroso à palpação profunda em FID, sem defesa generalizada. Os exames laboratoriais solicitados evidenciam: leucócitos 12.200/mm³ (Valor de referência: 4000 a 11000 mm³) com 78% de neutrófilos (valor de referência 45% a 75%), PCR = 35 mg/L (valor de referência < 10 mg/L); exame de urina normal. O ultrassom de abdome mostra apêndice visível com calibre normal, sem espessamento de parede e sem líquido livre significativo. O diagnóstico mais provável é:

Alternativas

  1. A) Apendicite aguda.
  2. B) Adenite mesentérica.
  3. C) Doença de Crohn ileal.
  4. D) Torção de epíplon.

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