HMTJ - Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (MG) — Prova 2020
De acordo com o acrônimo R.O.S.E. a seguir, a fase em que a administração de cristalóides parece ter impacto na evolução clínica dos doentes é:
Acrônimo ROSE: Fase R (Ressuscitação) = Impacto crucial da administração de cristalóides na evolução clínica.
O acrônimo ROSE (Ressuscitação, Otimização, Estabilização, Evacuação) descreve as fases da fluidoterapia em pacientes críticos. A fase de Ressuscitação (R) é a mais precoce e agressiva, onde a administração rápida de cristalóides visa restaurar a perfusão e tem o maior impacto na sobrevida inicial.
O acrônimo ROSE (Ressuscitação, Otimização, Estabilização, Evacuação) é uma ferramenta conceitual que auxilia no manejo da fluidoterapia em pacientes críticos, especialmente aqueles em choque. Ele divide a estratégia de administração de fluidos em fases distintas, reconhecendo que as necessidades volêmicas do paciente mudam ao longo do tempo da doença. A fase de Ressuscitação (R) é a fase inicial e mais crítica, onde o paciente apresenta hipoperfusão tecidual e instabilidade hemodinâmica. Neste momento, a administração rápida e agressiva de fluidos, tipicamente cristalóides, é fundamental para restaurar a volemia, a pressão arterial e a perfusão dos órgãos vitais. É nesta fase que a intervenção com cristalóides tem o maior impacto na evolução clínica e na sobrevida do paciente. As fases subsequentes (Otimização, Estabilização e Evacuação) focam em manter a estabilidade hemodinâmica, evitar a sobrecarga hídrica e promover a remoção do excesso de fluidos, respectivamente. Compreender o ROSE permite uma abordagem mais racional e individualizada da fluidoterapia, evitando tanto a sub-ressuscitação quanto a hiper-hidratação, que podem levar a complicações como edema pulmonar e disfunção orgânica.
O acrônimo ROSE descreve as quatro fases da fluidoterapia em pacientes críticos: Ressuscitação (R), Otimização (O), Estabilização (S) e Evacuação (E), guiando a administração de fluidos ao longo do tempo.
A fase de Ressuscitação (R) é a fase inicial e mais agressiva, onde o objetivo é restaurar rapidamente a perfusão tecidual e a estabilidade hemodinâmica, geralmente com a administração rápida de bolus de cristalóides.
Na fase R, a rápida reposição volêmica com cristalóides é vital para corrigir a hipovolemia e a hipoperfusão, prevenindo a disfunção orgânica e melhorando a sobrevida em condições de choque, sendo o momento de maior benefício.
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