Acretismo Placentário: Diagnóstico e Conduta Cirúrgica

UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2017

Enunciado

W.A.C. (36 anos) está atualmente na 24ª semana de gestação, confirmada por ultrassonografia obstétrica do 1° trimestre, com evolução clínica de pré-natal normal até o momento. História obstétrica: é sua 4ª gestação, com 3 cesáreas prévias (todas a termo e sem complicações). Exames laboratoriais de rotina do pré-natal de 1° e 2° trimestres com resultados normais. A ultrassonografia morfológica do 2º trimestre foi realizada há 2 dias e o feto não apresentou alterações morfológicas visíveis. O peso fetal aproximado foi de 600 g, apresentação cefálica, volume de líquido amniótico normal e placenta de localização anterior com inserção baixa, apresentando espaços hipoecoicos na sua espessura, diminuição do miométrio adjacente à placenta, perda do espaço hipoecoico retroplacentário e protrusão da placenta para o interior da bexiga. A conduta obstétrica CORRETA, nesse caso, é:

Alternativas

  1. A) Agendar cesárea-histerectomia (com placenta in situ) na 34ª semana de gestação.
  2. B) Agendar cesárea iterativa na 39ª semana de gestação. 
  3. C) Agendar cesárea-histerectomia (com placenta in situ) na 36ª semana de gestação.
  4. D) Agendar cesárea-histerectomia (com placenta in situ) na 38ª semana de gestação.
  5. E) Aguardar o início espontâneo do trabalho de parto e realizar cesárea de urgência.

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