SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2025
Secundigesta, com 32 semanas de gestação, tem diagnóstico de placenta prévia. São fatores de risco para o acretismo placentário, EXCETO:
Acretismo placentário: Fatores de risco incluem cirurgias uterinas prévias (cesariana, miomectomia, curetagem) e placenta prévia.
O acretismo placentário é uma condição grave com alta morbimortalidade. Os principais fatores de risco são placenta prévia e história de cirurgias uterinas prévias, que comprometem a integridade do endométrio e miométrio. Embora a adenomiose seja um fator associado a anormalidades placentárias, ela é frequentemente considerada menos direta ou primária em comparação com as cicatrizes uterinas.
O acretismo placentário, que engloba placenta acreta, increta e percreta, é uma condição obstétrica de crescente incidência e alta morbimortalidade materna e fetal. Caracteriza-se pela aderência anormalmente profunda da placenta ao miométrio, devido à deficiência da decídua basal. A compreensão de seus fatores de risco é fundamental para o diagnóstico precoce e o manejo adequado. Os fatores de risco mais proeminentes incluem a placenta prévia, especialmente quando associada a cesarianas prévias, que é o principal preditor. Outras cirurgias uterinas que comprometem a integridade da parede uterina, como miomectomias e curetagens uterinas prévias, também aumentam significativamente o risco. A irradiação prévia da pelve, ao causar dano tecidual, também é um fator de risco. Embora a adenomiose seja um fator associado a diversas anormalidades placentárias e uterinas, incluindo o acretismo, a questão busca a exceção entre os fatores mais diretamente relacionados à invasão trofoblástica anormal. Na prática clínica, a alta suspeição em pacientes com placenta prévia e história de cesariana prévia é crucial para o planejamento do parto e a prevenção de complicações hemorrágicas graves.
A placenta prévia é o fator de risco mais importante para o acretismo placentário, especialmente quando associada a cesarianas prévias. A implantação da placenta sobre uma cicatriz uterina prévia aumenta drasticamente o risco de invasão trofoblástica anormal no miométrio.
Cirurgias uterinas prévias, como cesarianas, miomectomias e curetagens, podem causar defeitos na decídua basal e cicatrizes no miométrio. Essas alterações facilitam a invasão anormal do trofoblasto no miométrio, levando ao acretismo.
Sim, a adenomiose é reconhecida como um fator de risco para anormalidades placentárias, incluindo placenta prévia e acretismo. No entanto, em algumas classificações ou contextos de questões, pode ser considerada menos direta ou primária em comparação com cicatrizes uterinas de cirurgias prévias.
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