SISE-SUS/TO - Sistema de Saúde do Tocantins — Prova 2019
De acordo com a Norma Técnica do SISVAN, recomenda-se que o registro das medidas antropométricas na Caderneta do Idoso e/ou no prontuário seja semestral, permitindo o monitoramento de seu estado nutricional e a determinação de tendências de aumento ou perda de peso, associando possíveis variações às demais condições de saúde da pessoa idosa. Assinale a alternativa que correlaciona corretamente os limites de IMC com o estado nutricional do idoso.
IMC idoso: < 22 baixo peso; 22 a 27 eutrofia; > 27 sobrepeso/obesidade.
A classificação do IMC para idosos difere daquela para adultos jovens, devido às alterações fisiológicas do envelhecimento, como a perda de massa muscular e o aumento da gordura corporal. A faixa de eutrofia para idosos é mais elevada, visando um peso que confira maior reserva e proteção contra morbidades.
A avaliação nutricional do idoso é um componente essencial da atenção à saúde, visando promover o envelhecimento saudável e prevenir morbidades. O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma ferramenta amplamente utilizada, mas seus pontos de corte precisam ser adaptados para a população idosa devido às alterações fisiológicas que ocorrem com o envelhecimento, como a redistribuição da gordura corporal, a perda de massa muscular (sarcopenia) e a diminuição da estatura. As normas técnicas do SISVAN (Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional) e outras diretrizes nacionais e internacionais recomendam pontos de corte específicos para idosos. Geralmente, considera-se baixo peso para IMC < 22 kg/m², eutrofia para IMC entre 22 e 27 kg/m², e sobrepeso/obesidade para IMC > 27 kg/m². Essa faixa de eutrofia mais elevada para idosos é justificada por estudos que mostram que um IMC ligeiramente maior pode conferir uma reserva energética e proteica que protege contra doenças e melhora o prognóstico em caso de hospitalização ou estresse metabólico. O monitoramento regular do IMC, idealmente semestral, permite identificar precocemente alterações no estado nutricional, como perda de peso não intencional (sinal de alerta para desnutrição ou doenças subjacentes) ou ganho excessivo de peso (associado a doenças crônicas). A avaliação deve ser complementada por outros indicadores antropométricos, exames laboratoriais e avaliação clínica global para uma compreensão completa do estado de saúde do idoso.
Para idosos, a classificação do IMC é: baixo peso < 22 kg/m², eutrofia entre 22 e 27 kg/m², e sobrepeso/obesidade > 27 kg/m². Esses valores são diferentes dos utilizados para adultos jovens.
A classificação do IMC para idosos é ajustada devido às mudanças fisiológicas do envelhecimento, como a sarcopenia (perda de massa muscular) e o aumento da gordura corporal. Um IMC ligeiramente mais alto em idosos pode estar associado a um melhor prognóstico e menor risco de mortalidade.
O monitoramento semestral do IMC em idosos permite identificar tendências de ganho ou perda de peso, que podem indicar alterações no estado de saúde, risco de desnutrição ou de doenças subjacentes. É uma ferramenta importante para a avaliação nutricional contínua.
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