HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2017
De acordo com as NOB’s (Norma Operacional Básica do SUS), são papéis do Gestor Estadual, EXCETO:
Gestor Estadual SUS NÃO financia totalmente a atenção básica municipal; a responsabilidade é tripartite.
As Normas Operacionais Básicas (NOB's) do SUS estabeleceram as diretrizes para a descentralização e regionalização da saúde. O financiamento do SUS é tripartite (União, Estados e Municípios), e o gestor estadual não tem a responsabilidade de financiar a totalidade do atendimento básico à saúde dos municípios, mas sim de complementar e apoiar.
As Normas Operacionais Básicas (NOB's) foram marcos regulatórios fundamentais para a implementação e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, especialmente no que tange à descentralização e à municipalização da gestão. Elas definiram as responsabilidades de cada esfera de governo – União, Estados e Municípios – na organização e financiamento do sistema de saúde. O Gestor Estadual, conforme as NOB's, possui papéis cruciais, como exercer a gestão do SUS em seu território, atuar como promotor da harmonização e integração dos sistemas municipais, e incentivar os municípios a assumirem plenamente a gestão da atenção à saúde de seus munícipes. Além disso, em caráter transitório, o estado pode assumir a gestão de atenção à saúde de populações pertencentes a municípios que ainda não se habilitaram para tal. No entanto, é um equívoco pensar que o Gestor Estadual é responsável por financiar em sua totalidade o atendimento básico à saúde dos municípios. O financiamento do SUS é tripartite, com a União, os Estados e os Municípios compartilhando a responsabilidade de alocar recursos para a saúde. Os estados complementam o financiamento municipal e atuam na coordenação regional, mas a totalidade do financiamento da atenção básica é uma responsabilidade compartilhada, não exclusiva do estado.
O Gestor Estadual é responsável por exercer a gestão do SUS no âmbito estadual, promover a harmonização dos sistemas municipais, assumir transitoriamente a gestão de municípios que ainda não o fizeram e incentivar a municipalização da saúde.
O financiamento do SUS é tripartite, com recursos provenientes da União, dos Estados e dos Municípios. Cada esfera de governo possui responsabilidades financeiras específicas, buscando a complementariedade e a equidade.
As NOB's foram instrumentos normativos que estabeleceram as diretrizes para a operacionalização do SUS, promovendo a descentralização, a municipalização da gestão e a organização da rede de serviços de saúde no Brasil.
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