HEVV - Hospital Evangélico de Vila Velha (ES) — Prova 2018
Maria de Lourdes 63 anos, diabética, hipertensa, obesa faz acompanhamento médico na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro de forma irregular e mensalmente recebe visita do agente comunitário de saúde. Várias vezes foi atendida pelo médico, enfermeiro e psicólogo, inclusive sendo seu caso discutido na última reunião de equipe. Durante a visita domiciliar o ACS observou piora do seu quadro, orientou à família a levá-la no atendimento de intercorrência da Unidade de Saúde onde o médico da equipe fez o atendimento, encaminhou imediatamente para o Pronto Atendimento Municipal (PA). Qual diretriz da Política Nacional de Humanização (PHN) deverá ser utilizada na abordagem da Sra. Maria de Lourdes ao dar entrada no PA?
No PA, a primeira diretriz da PNH a ser aplicada é o Acolhimento com Classificação de Risco para priorizar o atendimento.
Ao dar entrada em um Pronto Atendimento (PA), a diretriz da Política Nacional de Humanização (PNH) que deve ser imediatamente aplicada é o Acolhimento com Classificação de Risco. Este processo visa identificar as necessidades de saúde do usuário, priorizar o atendimento de acordo com a gravidade clínica e garantir o acesso adequado e humanizado, independentemente da ordem de chegada.
A Política Nacional de Humanização (PNH) do SUS busca qualificar a atenção e a gestão na saúde, promovendo a valorização dos usuários e trabalhadores. Entre suas diretrizes, o acolhimento é fundamental, especialmente em serviços de urgência e emergência, onde a demanda é alta e a gravidade dos casos varia. O Acolhimento com Classificação de Risco é a primeira e crucial diretriz a ser aplicada em um Pronto Atendimento (PA). Seu objetivo é identificar rapidamente as necessidades do paciente, avaliar sua gravidade clínica e direcioná-lo para o atendimento adequado no tempo certo, priorizando os casos mais graves e evitando a espera desnecessária para situações de menor risco. Isso garante equidade e segurança. Outras diretrizes da PNH, como a clínica ampliada e o projeto terapêutico singular, são importantes para a integralidade do cuidado, mas são aplicadas após a estabilização e avaliação inicial do paciente. A classificação de risco, muitas vezes baseada em protocolos como o de Manchester, é a porta de entrada humanizada e eficiente para o sistema de urgência, assegurando que o paciente certo receba o cuidado certo no momento certo.
É uma diretriz da Política Nacional de Humanização que organiza o fluxo de atendimento em serviços de urgência e emergência, avaliando a gravidade clínica do paciente na chegada para priorizar o atendimento e garantir o acesso adequado, não apenas por ordem de chegada.
O objetivo é identificar rapidamente as necessidades de saúde do usuário, priorizar o atendimento de acordo com a gravidade clínica, garantir a segurança do paciente e otimizar o uso dos recursos, direcionando cada caso para o nível de atenção apropriado no tempo certo.
Na urgência e emergência, a PNH se aplica principalmente através do acolhimento com classificação de risco, que é a porta de entrada humanizada. Além disso, promove a co-gestão, a clínica ampliada e o projeto terapêutico singular para um cuidado integral e centrado no paciente.
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