UESPI - Universidade Estadual do Piauí — Prova 2025
A insulina, um importante hormônio anabólico sintetizado nas células B da ilhotas, armazena energia para utilizar em emergências (como no trauma). Atua nas seguintes ações, EXCETO,
Insulina → hormônio anabólico, inibe glicogenólise e gliconeogênese, promove síntese lipídica e proteica.
A insulina é o principal hormônio anabólico, responsável por armazenar energia. Suas ações incluem a inibição da glicogenólise e gliconeogênese, e a promoção da síntese de lipídios e proteínas. O transporte de glicose para a maioria das células é uma ação da insulina, mas não para *todas* as células (ex: neurônios, hemácias), tornando a alternativa A a exceção correta.
A insulina é um hormônio peptídico crucial, sintetizado pelas células beta das ilhotas pancreáticas, com papel central no metabolismo energético. Sua principal função é reduzir os níveis de glicose sanguínea após as refeições, promovendo o armazenamento de energia. É um hormônio predominantemente anabólico, essencial para a manutenção da homeostase glicêmica e para a preparação do corpo para períodos de jejum ou estresse. Suas ações incluem o aumento da captação de glicose por tecidos insulino-dependentes (músculo e tecido adiposo), a promoção da síntese de glicogênio no fígado e músculo (glicogênese), a inibição da glicogenólise e gliconeogênese hepática, e o estímulo à síntese de lipídios e proteínas. A compreensão detalhada dessas ações é fundamental para o diagnóstico e manejo de doenças como o diabetes mellitus. Para a prática clínica e provas de residência, é vital diferenciar as ações da insulina das de hormônios contrarreguladores (como glucagon, cortisol, adrenalina). A questão aborda um ponto comum de confusão: a insulina não transporta glicose para *todas* as células, pois alguns tecidos possuem mecanismos de captação glicose-independentes de insulina, como o cérebro e as hemácias, garantindo seu suprimento constante.
A insulina promove a síntese de glicogênio (glicogênese), lipídios (lipogênese) e proteínas, além de inibir a degradação dessas moléculas, atuando como o principal hormônio anabólico.
Não, a insulina facilita o transporte de glicose para células musculares e adipócitos, mas células como neurônios, hemácias, células renais e intestinais possuem transportadores de glicose independentes de insulina.
A insulina inibe a gliconeogênese hepática, que é o processo de formação de glicose a partir de precursores não-carboidratos, contribuindo para a redução dos níveis de glicose no sangue.
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