Manejo do AVC Isquêmico: Quando Optar por Suporte e Monitorização

HMASP - Hospital Militar de Área de São Paulo — Prova 2018

Enunciado

Paciente F.S, 62 anos, Tabagista 30 maços/ano, Diabética há 10 anos e Hipertensa há 5 anos, sem controle de tratamento rigoroso atual, apresentou a cerca de 4 horas um quadro de súbita hemaperesia a direita, fascio-braquio-crural, acompanhada de afasia de expressão. Chega a emergência hemodinamicamente estável, com Glasgow 15. O médico faz o atendimento e constata que pelos sintomas deve tratar-se de uma alteração de ramo superior da artéria cerebral média a esquerda (paciente destra), um dos mais comuns Acidente Vascular Encefálico (AVC). Antes mesmo de qualquer exame complementar, o mesmo exclama a família "foi uma isquemia no cérebro". Solicita exames, entre eles uma TC de Crânio sem contraste e um Eletrocardiograma (ECG) (figura), o qual estão demonstrados abaixo. Diante do quadro relatado, além da solicitação de exames para definição de causa etiológica, qual a melhor conduta segundo as opções abaixo? 

Alternativas

  1. A) Fibrinolítico Venoso, já que evento a menos de 4 horas e 30 minutos.
  2. B) Craniectomia Descompressiva. 
  3. C) Monitorização e suporte.
  4. D) Controle de Vasoespasmo e Nimodípino.
  5. E) AAS e Sinvastatina.

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