Manejo Pós-AVC: Profilaxia de TEV e Cuidados Iniciais

IPSEMG - Instituto de Previdência dos Servidores de Minas Gerais — Prova 2021

Enunciado

Mulher de 62 anos foi levada ao Pronto-Socorro pelos familiares após apresentar queda da própria altura e parar de falar há cerca de 45 minutos. É portadora de diabetes mellitus tipo II e arterial sistêmica. Teve um acidente vascular cerebral isquêmico frontoparietal direito há 5 semanas e ficou com paresia do membro superior esquerdo. Faz uso domiciliar de enalapril 20mg de 12/12h, anlodipino 10 mg uma vez ao dia, metformina e gliclazida. Ao exame físico, PA: 170X102mmHg, FC: 80bpm. Estava alerta, mantinha a abertura ocular, porém não respondia aos comandos e apenas balbuciava palavras desconexas. Os exames respiratório e cardiovascular não apresentaram anormalidades. Apresentava hemiparesia direita, com aumento do tônus muscular, hiper-reflexia e desvio da rima labial para a esquerda. O eletrocardiograma realizado à admissão não apresentou anormalidades. Tomografia do crânio evidenciou área de encefalomalácia frontal direita. Após 24h da internação hospitalar, a paciente encontra-se estável clinicamente. Foi realizado novo eletrocardiograma e nova tomografia computadorizada do crânio. TC do crânio: área de encefalomalácia frontal direita. Extensa área hipoatenuação frontoparietal esquerda, com apagamento dos sulcos e perda da diferenciação corticomedular, com efeito de massa, redução do ventrículo lateral ipsilateral e leve desvio da linha média. Não há sinais de sangramento. Assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial MAIS ADEQUADA para a paciente:

Alternativas

  1. A) Amiodarona em dose de ataque. \n
  2. B) Cardioversão elétrica sincronizada. \n
  3. C) Enoxaparina em dose profilática. \n
  4. D) Enoxaparina em dose terapêutica. \n

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