UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2022
Diante de um acidente por animal peçonhento, a ação imediata recomendada é:
Acidente peçonhento → lavar local com água e sabão + manter membro elevado + repouso.
A lavagem do local com água e sabão ajuda a remover o veneno superficial e prevenir infecções secundárias. Manter o paciente deitado e o membro elevado reduz a absorção sistêmica do veneno e minimiza o edema.
Acidentes por animais peçonhentos representam um problema de saúde pública significativo no Brasil, com alta morbidade e mortalidade se não tratados adequadamente. A identificação rápida e a conduta inicial correta são cruciais para o prognóstico do paciente. A fisiopatologia varia conforme o tipo de veneno (neurotóxico, proteolítico, coagulante), mas os princípios dos primeiros socorros visam minimizar a disseminação do veneno e prevenir complicações locais. A lavagem com água e sabão remove impurezas e parte do veneno superficial, enquanto o repouso e a elevação do membro reduzem a absorção sistêmica. O tratamento definitivo muitas vezes envolve a soroterapia específica, mas a conduta inicial adequada no local do acidente é fundamental para estabilizar o paciente até a chegada ao serviço de saúde. É importante orientar a população sobre o que fazer e, principalmente, o que não fazer em tais situações.
As primeiras medidas incluem lavar o local da picada com água e sabão, manter o paciente em repouso e o membro afetado elevado, e buscar atendimento médico imediato.
Torniquetes podem causar isquemia e necrose, enquanto a sucção é ineficaz e pode introduzir infecções. Ambas as práticas são contraindicadas e podem agravar a lesão local.
No Brasil, os principais animais peçonhentos incluem serpentes (jararaca, cascavel, surucucu), escorpiões (Tityus serrulatus), aranhas (Loxosceles, Phoneutria, Latrodectus) e algumas lagartas.
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