Picada de Serpente: Manejo Inicial e Monitoramento da Coagulação

UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2018

Enunciado

Menino, 8 anos, deu entrada na emergência pediátrica com história de picada por serpente, não identificada, há 3 horas, não apresentando sinais locais ou sistêmicos de envenenamento. Qual a melhor conduta neste caso?

Alternativas

  1. A) Limpeza local, hidratação oral e endovenosa, coleta de exames TAP e TTPA na admissão, em 24 horas e em 48 horas após picada.
  2. B) Limpeza local, hidratação oral e endovenosa, coleta de exames TAP e TTPA na admissão e em 24 horas após picada.
  3. C) Limpeza local, hidratação oral e endovenosa, coleta de exames TAP e TTPA em 6 horas e em 24 horas após picada. 
  4. D) Limpeza local, hidratação oral e endovenosa, administração de soro antibotrópico e coleta de exames de TAP e TTPA na admissão, em 12 horas e em 24 horas após picada.
  5. E) Limpeza local, hidratação oral e endovenosa, coleta de exames de TAP e TTPA na admissão e em 6 horas após picada.

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