Unimed-Rio - Cooperativa de Trabalho Médico (RJ) — Prova 2020
Nos casos de acidente de trabalho com exposição a material biológico, podemos afirmar:
Acidente com material biológico → realizar sorologias basais do acidentado para HIV, HBV, HCV.
Em caso de acidente com material biológico, é fundamental realizar sorologias basais do profissional acidentado para HIV, Hepatite B (HBV) e Hepatite C (HCV) para documentar o status sorológico pré-exposição e monitorar possíveis soroconversões.
Acidentes de trabalho com exposição a material biológico são um risco ocupacional significativo para profissionais de saúde. A conduta imediata e o acompanhamento adequado são cruciais para minimizar o risco de transmissão de patógenos como HIV, vírus da hepatite B (HBV) e vírus da hepatite C (HCV). O protocolo de manejo envolve uma série de etapas bem definidas para garantir a segurança do trabalhador. Uma das primeiras e mais importantes etapas é a realização de sorologias basais no profissional acidentado. Isso inclui testes para HIV (anti-HIV), Hepatite B (HBsAg, Anti-HBs, Anti-HBc) e Hepatite C (Anti-HCV). O objetivo é documentar o status sorológico do profissional antes da exposição, o que é fundamental para determinar se uma eventual soroconversão foi decorrente do acidente ou já existia previamente. Essa testagem deve ser feita o mais rápido possível após o acidente. Além da sorologia do acidentado, é essencial identificar a fonte da exposição e, se possível, realizar sua testagem sorológica. Com base no tipo de exposição, no material biológico envolvido e no status sorológico da fonte, decide-se pela necessidade de profilaxia pós-exposição (PPE) para HIV e/ou Hepatite B. A PPE para HIV deve ser iniciada idealmente nas primeiras 2 horas após a exposição e no máximo em 72 horas. A imunização contra Hepatite B e a avaliação da imunidade são também componentes essenciais do manejo. A notificação do acidente e o acompanhamento clínico e laboratorial são obrigatórios.
Devem ser realizadas sorologias basais para HIV, Hepatite B (HBsAg, Anti-HBs, Anti-HBc) e Hepatite C (Anti-HCV) no profissional acidentado, além de testes rápidos para HIV, se disponíveis.
A identificação da fonte e seu status sorológico é crucial para avaliar o risco de transmissão e guiar a decisão sobre a profilaxia pós-exposição (PPE), especialmente para HIV e Hepatite B.
A PPE para HIV é indicada após exposição percutânea ou de mucosa a material biológico de fonte sabidamente HIV-positiva ou de alto risco, devendo ser iniciada o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras 2 horas e no máximo em 72 horas.
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