Acesso Venoso Central: Critérios de Escolha e Segurança

UFMT Revalida - Universidade Federal de Mato Grosso — Prova 2017

Enunciado

O acesso venoso central tornou-se rotina nas Unidades de Terapia Intensiva e de Cirurgia nas últimas três décadas, sendo um procedimento comumente realizado no período perioperatório de operações de grande porte. O desenvolvimento industrial e tecnológico ocorrido nesse período permitiu a colocação no mercado de cateteres de maior biocompatibilidade e especialmente desenhados para facilitar os procedimentos de canulação vascular, diminuindo o risco de complicações de curto e longo prazo. No entanto, alguns pontos básicos não devem ser esquecidos, pois dependem exclusivamente da ação humana para que os benefícios sempre ultrapassem os riscos inerentes a esses procedimentos altamente invasivos. Nesse sentido, é correto afirmar:

Alternativas

  1. A) O conhecimento integral da anatomia vascular e das estruturas subjacentes, bem como dos pontos de referência descritos para o acesso percutâneo ao vaso apesar de importante é dispensável, uma vez que esses procedimentos sempre devem ser realizados com uso conjunto de ultrassom.
  2. B) Os preceitos cirúrgicos de antissepsia na sua execução devem ser rigorosos na técnica de punção da veia subclávia. O mesmo não ocorre na punção da veia jugular interna, uma vez que esta tem posição mais superficial.
  3. C) O controle radiológico da posição final do cateter deve ser realizado apenas quando, após o procedimento, ocorrerem alterações na ausculta pulmonar. Em caso de ausculta normal, o exame radiológico estará indicado especificamente se aparecerem sinais de mau funcionamento, infecção ou trombose.
  4. D) A indicação e a escolha precisas do tipo de cateter, do local de punção e da técnica de inserção vascular, sempre devem ser norteadas pelas necessidades clínicas do paciente e pela experiência do executor da técnica.

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