Acalásia Esofágica: Diagnóstico, Classificação e Tratamento

UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2021

Enunciado

Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, com história de disfagia progressiva e perda de peso (19 kg) há três meses. Nega história de doença do refluxo gastroesofageano, doença de Chagas, tabagismo e etilismo. Realizou endoscopia digestiva alta que evidenciou dilatação esofágica, porém ausência de tumores ou ulcerações esofagogástricas e sem aparente compressão extrínseca do esôfago. Em relação aos métodos diagnósticos e manejo de acalásia, marque ''V'' para verdadeiro e ''F'' para falso:(  ) Os achados clássicos na seriografia esofagogástrica nos pacientes com acalásia são o afunilamento distal do esôfago (lesão em ''bico de pássaro'') e dilatação proximal do órgão e, nos casos mais avançados, aparência de sigmoide com estase alimentar.(  ) Segundo a classificação de Chicago para acalásia esofágica, os pacientes estratificados como tipo III apresentam melhores resultados com a miotomia cirúrgica que com a miotomia endoscópica peroral.(  ) O quadro manométrico clássico é caracterizado pela incapacidade de relaxamento do esfíncter inferior do esôfago durante a deglutição e aperistalse esofágica.(  ) A cirurgia de Heller para o tratamento da acalásia é caracterizada pela realização de uma miotomia esofagogástrica associada a hiatoplastia diafragmática e a confecção de uma válvula antirrefluxo de 360° envolvendo o esôfago distal.Assinale a sequência CORRETA:

Alternativas

  1. A) V - F - V - F
  2. B) F - F - F - V
  3. C) V - F - V - V
  4. D) F - V - F – F

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