Recidiva de Disfagia Pós-Heller: Diagnóstico e Conduta

USP/HCFMUSP - Hospital das Clínicas da FMUSP (SP) — Prova 2024

Enunciado

Mulher de 27 anos, com diagnóstico de megaesôfago, foi submetida à cardiomiotomia com fundoplicatura há 1 ano, atualmente encontra-se fazendo uso somente de alimentos pastosos. Refere melhora parcial da disfagia durante 1 mês após a cirurgia, entretanto, evoluiu com recidiva dos sintomas após este período. Ao exame físico abdominal, sem dor à palpação ou visceromegalias. IMC = 18,2 kg/m². Qual a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta recomendada?

Alternativas

  1. A) Obstrução ao nível do hiato esofágico, solicitar aplicação de toxina botulínica por endoscopia.
  2. B) Obstrução ao nível do hiato esofágico, solicitar tomografia computadorizada de tórax.
  3. C) Miotomia incompleta, solicitar estudo radiológico contrastado de esôfago, estomago e duodeno (EED) e manometria esofágica.
  4. D) Miotomia incompleta, indicação de reoperação com hiatoplastia frouxa.

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