UDI 24h - Hospital UDI Teresina (PI) — Prova 2021
Quanto ao abuso físico na infância, é correto afirmar:
Abuso físico infantil: lesões de pele são as mais comuns (40%), fraturas em costelas/ossos longos < 3 anos.
O abuso físico na infância é um problema grave com manifestações variadas. Lesões de pele são as mais frequentes, seguidas por trauma na cabeça, queimaduras e fraturas. É crucial que o médico saiba identificar esses sinais e notificar as autoridades competentes, independentemente do serviço social.
O abuso físico na infância representa uma grave forma de violência, com consequências devastadoras para o desenvolvimento da criança. É fundamental que profissionais de saúde estejam aptos a reconhecer os sinais e sintomas, que muitas vezes são inespecíficos ou mascarados. As manifestações clínicas mais comuns incluem lesões de pele (equimoses, escoriações, lacerações), trauma craniano, queimaduras e fraturas. A epidemiologia do abuso físico não se restringe a grupos socioeconômicos específicos, embora fatores de vulnerabilidade possam aumentar o risco. As lesões frequentemente não são compatíveis com o desenvolvimento motor da criança ou com a história relatada pelos cuidadores, levantando a suspeita. Fraturas em costelas, epífises e metáfises de ossos longos, especialmente em crianças menores de 3 anos, são altamente sugestivas de abuso. A notificação de casos suspeitos de maus-tratos é um dever ético e legal do médico, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e não uma atribuição exclusiva do serviço social. A intervenção precoce é crucial para proteger a criança e interromper o ciclo de violência, exigindo uma abordagem multidisciplinar e a comunicação imediata às autoridades competentes.
As manifestações clínicas mais comuns de abuso físico incluem lesões de pele (equimoses, escoriações), trauma na cabeça, queimaduras e fraturas. A incompatibilidade entre a lesão e a história relatada é um forte indicativo.
O médico tem o dever ético e legal de comunicar as autoridades competentes (Conselho Tutelar, Ministério Público) em casos suspeitos de maus-tratos infantis, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), visando a proteção da criança.
Fraturas em costelas, epífises e metáfises de ossos longos, especialmente em crianças menores de 3 anos, são altamente sugestivas de abuso físico. Fraturas em múltiplos estágios de consolidação também levantam suspeita.
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