HSM - Hospital Santa Marta (DF) — Prova 2020
Existem três tipos de abscessos hepáticos; piogênico, amebiano e fúngico. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Abscesso amebiano: Metronidazol é base do tratamento; drenagem para casos selecionados (risco de ruptura, não responsivo).
O tratamento do abscesso amebiano é primariamente clínico com metronidazol. A aspiração ou drenagem cirúrgica é reservada para abscessos grandes (>5 cm), com risco iminente de ruptura, ou na ausência de resposta ao tratamento medicamentoso, diferenciando-o do abscesso piogênico, que frequentemente requer drenagem.
Abscessos hepáticos representam coleções purulentas no fígado, classificadas principalmente em piogênicos, amebianos e fúngicos, cada um com particularidades etiológicas, clínicas e terapêuticas. O abscesso piogênico é o mais comum, geralmente polimicrobiano, e frequentemente requer drenagem associada a antibioticoterapia de amplo espectro. O abscesso fúngico, embora mais raro, é visto em pacientes imunocomprometidos e exige antifúngicos sistêmicos. O abscesso hepático amebiano, causado pela Entamoeba histolytica, é uma manifestação extraintestinal da amebíase. Caracteristicamente, o lobo hepático direito é mais acometido. O tratamento primário é medicamentoso, com metronidazol sendo a droga de escolha, eficaz na erradicação do trofozoíto. A aspiração ou drenagem do abscesso é reservada para situações específicas, como abscessos grandes (>5 cm) com risco de ruptura, falha no tratamento clínico, ou para aliviar a dor e prevenir complicações. Para residentes, é crucial diferenciar os tipos de abscessos hepáticos para instituir o tratamento correto. A abordagem terapêutica varia significativamente: enquanto o abscesso piogênico muitas vezes demanda drenagem precoce, o amebiano responde bem à terapia medicamentosa na maioria dos casos. O conhecimento dessas distinções é vital para a prática clínica e para a resolução de questões de residência.
Os principais tipos de abscessos hepáticos são o piogênico (bacteriano), o amebiano (causado por Entamoeba histolytica) e o fúngico, cada um com etiologias e abordagens terapêuticas distintas.
O tratamento padrão para o abscesso hepático amebiano é a terapia medicamentosa com metronidazol. A aspiração ou drenagem é indicada apenas em casos selecionados, como abscessos grandes com risco de ruptura ou falha terapêutica.
A drenagem percutânea ou cirúrgica é frequentemente necessária em abscessos piogênicos. No abscesso amebiano, é reservada para abscessos volumosos, com risco de ruptura, ou quando não há melhora clínica com o tratamento medicamentoso.
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