Abscesso Esplênico Refratário: Quando Indicar Esplenectomia?

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2018

Enunciado

Um senhor de 45 anos de idade vai ao pronto-socorro com dor abdominal em hipocôndrio esquerdo, febre e mal-estar há 3 semanas. Ficou internado há 2 meses por diverticulite aguda em sigmoide, tratada com sucesso com antibióticos. Foi reinternado há 2 semanas por coleção esplênica de 6 × 6 cm, com alguns septos. Foi realizada drenagem percutânea da coleção. Uma semana após a drenagem, por manter febre ainda, foi feita revisão do dreno pela radiologia intervencionista. Agora, duas semanas após a drenagem e tendo feito uso correto de antibioticoterapia, o paciente está em bom estado geral, mas continua com febre. Também se queixa ainda de dor em hipocôndrio esquerdo. O volume do débito do dreno é desprezível. Pulso: 95 bpm, PA: 110 × 80 mmHg, temperatura: 38,5 °C. O abdome é doloroso à palpação em hipocôndrio esquerdo; não tem massas palpáveis nem sinais de irritação peritoneal. Os últimos exames séricos mostram aumento da Proteína C Reativa − PCR e da leucocitose. Melhor conduta:

Alternativas

  1. A) Lavagem diária do dreno.
  2. B) Manter antibioticoterapia endovenosa e observação.
  3. C) Nova drenagem guiada por radiologia intervencionista.
  4. D) Drenagem guiada por laparoscopia.
  5. E) Esplenectomia (laparoscopia ou laparotomia).

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