PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2023
Qual a melhor conduta frente o diagnóstico de abcesso anal sem flutuação:
Abscesso anal, mesmo sem flutuação, requer drenagem cirúrgica imediata para evitar progressão e fístula.
O abscesso anal é uma infecção purulenta que, independentemente da presença de flutuação, deve ser drenado cirurgicamente. A drenagem precoce alivia a dor, controla a infecção e reduz o risco de formação de fístulas anais complexas.
O abscesso anal é uma coleção purulenta aguda na região perianal, geralmente originada da infecção de glândulas anais. É uma condição comum e dolorosa que exige atenção médica imediata, sendo um tópico frequente em provas de residência e na prática cirúrgica. O diagnóstico é clínico, baseado na dor intensa, inchaço e eritema perianal. A ausência de flutuação não exclui o abscesso, pois ele pode ser profundo. A fisiopatologia envolve a obstrução e infecção das glândulas anais, com subsequente formação de pus. A conduta padrão-ouro é a drenagem cirúrgica imediata, mesmo em abscessos sem flutuação aparente, para aliviar a dor, controlar a infecção e prevenir a formação de fístulas anais complexas. Antibióticos são geralmente reservados para pacientes imunocomprometidos ou com celulite extensa.
Os principais sinais são dor perianal intensa e constante, que piora ao sentar ou evacuar, inchaço, vermelhidão e, por vezes, febre e mal-estar.
A drenagem cirúrgica é essencial para remover o pus, aliviar a dor, controlar a infecção e, principalmente, reduzir significativamente o risco de desenvolvimento de uma fístula anal, uma complicação comum.
Não, a antibioticoterapia isolada não é suficiente para tratar um abscesso anal. Ela pode ser usada como adjuvante em casos específicos (imunocomprometidos, celulite extensa), mas a drenagem cirúrgica é o tratamento definitivo.
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