Aborto Séptico e Choque: Manejo Inicial na Emergência

SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 25 anos, GIII PII (2PN), é admitida na emergência de um grande hospital com quadro de dor abdominal intensa. Refere um aborto provocado em clínica clandestina há 2 dias. Ao exame, encontra-se torporosa, hipocorada 2+/4+, hipohidratada 3+/4+, acianótica e anictérica. Os sinais vitais são: PA = 80 x 40mmHg, FC = 120bpm, FR = 22irpm e Tax = 39,4°C. O exame abdominal demonstra abdômen flácido, sem peristalse, doloroso à palpação abdominal, com descompressão dolorosa. O toque vaginal revela útero intrapélvico, doloroso à mobilização, colo fechado e lóquios fisiológicos. Diante desse quadro, a primeira conduta a ser realizada, na emergência: 

Alternativas

  1. A) wintercuretagem uterina
  2. B) laparotomia exploradora de urgência
  3. C) rastreio imagenológico para identificação de foco
  4. D) ressuscitação volêmica e antibioticoterapia de amplo espectro

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