Abortamento Retido: Diagnóstico e Manejo no 2º Trimestre

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2019

Enunciado

Secundigesta com abortamento espontâneo anterior comparece à maternidade com queixa de sangramento vivo após queda da própria altura. O médico calcula a idade gestacional em 21 semanas e 1 dia com base na data da última menstruação e no resultado da ultrassonografia (USG) de primeiro trimestre registrada no cartão pré-natal. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, normocorada, afebril, PA 110/80 mmHg. Na avaliação obstétrica, AU= 20cm, batimentos cardiofetais não detectados com sonar, colo fechado ao toque vaginal e presença de sangramento ativo e intenso. Solicitada ultrassonografia na urgência que revelou feto único, apresentação cefálica, peso fetal estimado em 420g, sem batimentos cardiofetais detectáveis, placenta grau 0, líquido amniótico normal e idade gestacional estimada em 20 semanas. Após a avaliação da USG, o diagnóstico e a melhor conduta a ser adotada, são respectivamente:

Alternativas

  1. A) abortamento incompleto e aspiração manual intrauterina (AMIU).
  2. B) abortamento retido e dilatação do colo com vela seguida de curetagem.
  3. C) abortamento retido e misoprostol por via vaginal seguido de curetagem.
  4. D) abortamento incompleto e misoprostol por via vaginal seguido de AMIU.

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