Visão Laser - Centro Oftalmológico (SP) — Prova 2020
Dos casos de abortamento de primeiro trimestre por fatores fetais, a causa mais comum é:
Abortamento 1º trimestre por fator fetal: a causa mais comum é o anembrionário (saco gestacional vazio).
O abortamento anembrionário, onde o saco gestacional se desenvolve sem a formação de um embrião, é uma das causas mais frequentes de abortamento espontâneo no primeiro trimestre, representando uma falha precoce no desenvolvimento embrionário.
O abortamento espontâneo é a perda da gestação antes de 20 semanas de idade gestacional ou com feto pesando menos de 500g. A maioria dos abortamentos ocorre no primeiro trimestre, e cerca de 50-70% desses são atribuídos a fatores fetais, principalmente anomalias cromossômicas ou falhas no desenvolvimento embrionário. Compreender a etiologia é crucial para o aconselhamento e manejo clínico. Entre as causas fetais, as anomalias cromossômicas são as mais frequentes, sendo as aneuploidias (alterações no número de cromossomos, como trissomias autossômicas, monossomia do X) responsáveis pela maioria. No entanto, quando se considera a causa mais comum de abortamento de primeiro trimestre por 'fatores fetais' de forma mais abrangente, o abortamento anembrionário se destaca. O abortamento anembrionário, ou ovo cego, é caracterizado pela presença de um saco gestacional sem a visualização de um embrião ou polo fetal em ultrassonografias seriadas, indicando uma falha muito precoce no desenvolvimento embrionário. O diagnóstico de abortamento anembrionário é feito por ultrassonografia transvaginal, que mostra um saco gestacional com diâmetro médio maior que 25 mm sem embrião, ou ausência de embrião com batimentos cardíacos após um certo tamanho do saco gestacional ou tempo de gestação. O manejo pode ser expectante, medicamentoso (com misoprostol) ou cirúrgico (aspiração manual intrauterina ou curetagem). O aconselhamento genético pode ser considerado em casos de abortamentos recorrentes.
O abortamento anembrionário, também conhecido como ovo cego, ocorre quando um óvulo fertilizado se implanta no útero e forma um saco gestacional, mas o embrião não se desenvolve ou para de se desenvolver muito precocemente, não sendo visível ao ultrassom.
O abortamento anembrionário é uma falha no desenvolvimento embrionário em si. As aneuploidias (alterações no número de cromossomos, como trissomias ou monossomias) são anomalias cromossômicas que podem levar à falha de desenvolvimento ou ao abortamento de um embrião que se formou.
Além das causas fetais (anembrionário, aneuploidias), outros fatores de risco incluem idade materna avançada, histórico de abortamentos prévios, anomalias uterinas, doenças maternas crônicas (diabetes descompensado, hipotireoidismo), infecções e fatores ambientais.
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