UESPI - Universidade Estadual do Piauí — Prova 2020
A Organização Mundial de Saúde (OMS) conceitua abortamento como a expulsão ou extração do concepto pesando menos de 500 g. É considerado precoce, se ocorre até a 12ª semana e tardio, quando ocorre após esse período. A respeito desse tema, assinale a opção CORRETA.
Abortamento completo → USG pélvica imprescindível para confirmar ausência de restos ovulares.
O diagnóstico de abortamento completo exige a confirmação da ausência de restos ovulares na cavidade uterina. A ultrassonografia pélvica é o método de escolha para essa avaliação, distinguindo o abortamento completo de outras formas, como o abortamento incompleto, que necessita de intervenção.
O abortamento é uma complicação gestacional comum, definida pela OMS como a perda do concepto com peso inferior a 500g. A correta classificação e manejo do abortamento são cruciais para a saúde da mulher. O diagnóstico de abortamento completo, em particular, exige a certeza da expulsão de todo o conteúdo uterino. A ultrassonografia pélvica desempenha um papel central e imprescindível nesse diagnóstico. Ela permite visualizar a cavidade uterina e confirmar a ausência de restos ovulares, o que é fundamental para diferenciar um abortamento completo de um abortamento incompleto ou retido. A presença de restos ovulares pode levar a complicações como hemorragia e infecção, necessitando de intervenção. Embora a clínica possa sugerir um abortamento completo (cessação de sangramento e dor), a confirmação ultrassonográfica é a única forma de garantir a ausência de tecido trofoblástico residual, orientando a conduta e evitando procedimentos desnecessários ou, inversamente, a negligência de um abortamento incompleto.
A OMS define abortamento como a expulsão ou extração do concepto pesando menos de 500g, sendo precoce até a 12ª semana e tardio após esse período.
A ultrassonografia pélvica é imprescindível para confirmar a ausência de restos ovulares na cavidade uterina, diferenciando o abortamento completo do incompleto e orientando a conduta.
As principais causas de abortamento incluem anomalias cromossômicas (maioria dos abortos precoces), infecções, trombofilias, anomalias uterinas e fatores endócrinos.
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