Bruno, 32 anos, admitido em pronto atendimento com quadro de dor abdominal de cerca de 12 horas de evolução, difusa e associada a vômito com ''raias'' de sangue. Relatou uso frequente com nimesulida por dores lombares. Cirurgião plantonista encontrou frequência cardíaca de 124 bpm, pressão arterial de 130x90 mmHg, frequência respiratória de 23 irpm, abdome tenso, distendido, doloroso difusamente com sinais de irritação peritoneal. Hemograma evidenciou global de leucócitos de 1.3000/mm³, hemoglobina de 13,5 g/dL, e a radiografia de tórax evidenciou velamento de seio costofrênico esquerdo e pneumoperitônio. Qual é a conduta mais adequada para o caso?
Alternativas
A) Realização de tomografia computadorizada de abdome para elucidar diagnósticos diferenciais de abdome agudo perfurativo.
B) Realização de endoscopia digestiva alta, com objetivo diagnóstico e terapêutico, por tratar-se de caso de hemorragia digestiva alta.
C) Indicar laparotomia exploradora em caráter de urgência, por tratar-se de um abdome agudo perfurativo por provável úlcera perfurada.
D) Suspender dieta, iniciar antibioticoterapia empírica por via parenteral, inibidor de bomba de prótons por via parenteral, internação sob cuidados intensivos por trata-se de sepse de foco abdominal e prosseguir propedêutica após estabilização do quadro.
E) Indicar laparoscopia diagnóstica para excluir a hipótese de abdome agudo.
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