AAS Pós-Infarto e Stent: Prevenção Cardiovascular Contínua

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2025

Enunciado

Um paciente de 62 anos foi trazido por sua família à unidade de saúde, com queixas de falta de cuidados com sua saúde. Ele tem uma circunferência abdominal de 115 cm, IMC de 32 kg/m², pressão arterial de 160/100 mmHg, diabetes mellitus, e é tabagista. Há 4 anos, sofreu um infarto e colocou 2 stents. Traz consigo um ecocardiograma com fração de ejeção de 39%. O paciente está em uso de Carvedilol 12,5 mg 2x/dia, Enalapril 20 mg/dia, Hidroclorotiazida 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia e Metformina 850 mg 2x/dia. Os exames laboratoriais mostram:• LDL: 165 mg/dL• HDL: 35 mg/dL• Triglicerídeos: 210 mg/dL• Creatinina: 1,4 mg/dL (TFG: 52 mL/min)• Hemoglobina glicada: 7,6%• Glicemia de jejum: 130 mg/dL• Sódio: 138 mEq/L• Potássio: 4,6 mEq/LCom relação ao uso de AAS nesse paciente, qual a conduta mais adequada?

Alternativas

  1. A) Suspender o AAS imediatamente, pois as evidências atuais não demonstram mais benefício após 1 ano do infarto.
  2. B) Manter o AAS por apenas 5 anos após o infarto, e então suspender.
  3. C) Suspender o AAS assim que o paciente atingir 65 anos, quando o risco de sangramento supera os benefícios.
  4. D) Suspender o AAS assim que o paciente atingir 70 anos, devido ao risco de sangramento.
  5. E) Manter o AAS por tempo indeterminado, salvo contraindicação, para reduzir novos eventos cardiovasculares.

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